(Camylla Portella)
- Se o epicentro se localizar na crosta oceânica poderá ocorrer a formação de ondas gigantes denominadas maremotos, rás de maré ou tsunami. Maremoto – Onda gigante provocada por um sismo.
Um Maremoto é um sismo em região coberta por um oceano. É ocasionado pelo deslocamento das placas tectónicas. Os grandes maremotos produzem ondas gigantescas chamadas tsunamis que se deslocam por quilómetros a alta velocidade. Às vezes essas ondas atingem ilhas e costas dos continentes, provocando destruição material e mortes nos locais habitados.
Um tsunami é uma onda ou uma série delas que ocorrem após perturbações abruptas que deslocam verticalmente a coluna de água, como, por exemplo, um sismo, actividade vulcânica, abrupto deslocamento de terras ou gelo ou devido ao impacto de um meteorito dentro ou perto do mar. Há quem identifique o termo com “maremoto” — contudo, maremoto refere-se a um sismo no fundo do mar, semelhante a um sismo em terra firme e que pode, de facto originar um(a) tsunami.
O tremor que acontece em regiões cobertas pelo oceano podem criar maremotos, ou tsunamis, como são mais conhecidos.Como eu já falei os maremotos são ocasionados pelo deslocamento das placas tectônicas,e com este deslocamento produz as ondas gigantescas que se deslocam por quilômetros e a alta velocidade, e podem atingir até 30 metros de altura.
COMO A ONDA SE DESENVOLVE?
Há um enorme deslocamento vertical no leito do mar como resultado do tremor, e isso movimenta um enorme volume de água.
Pode-se imaginar que, se a ruptura é de 1.000 km de comprimento com um deslocamento de dez metros no leito do mar, isso envolve centenas de quilômetros cúbicos de água e resulta em uma onda que atravessa o oceano.
Nas profundezas do oceano, a altura da onda pode ser de poucos metros, talvez cinco ou dez metros, e ela se move a umas poucas centenas de quilômetros por hora.
Isto significa que ela se move relativamente devagar se comparado com as ondas sísmicas do tremor, e ela chegou horas depois às áreas costeiras que estão em volta de todo o Oceano Índico.
Na medida em que a onda tsunami se aproxima do litoral, ela diminui de velocidade porque a água fica mais rasa e, com isso, a altura da onda aumenta bastante.
Quando ela atinge a praia, pode ter de dez a vinte metros.
Causa dos Maremotos.
(Karen Urbanielly)
Geralmente, os maremotos se formam por causa de movimentações da terra, devido a os movimentos das placas tectônicas. E estes maremotos quase sempre ocorrem nas divisas entre uma placa e outra.
Os maremotos também podem ocorrer se estiverem perto de um vulcão, pois este fenômeno provoca tremores.
Observação: Maremoto e Tsunami tem o mesmo significado, a origem da palavra tsunami é japonesa, principalmente porque o Japão fica na divisa de duas placas tectônicas, então ocorren muitos terremotos, e eventualmente maremotos.
Tsunami é uma onda ou um grupo de ondas de grande energia e tamanho que se produzem quando algum fenómeno extraordinário desloca verticalmente uma grande massa de água]]. Calcula-se que o 90% destes fenómenos são provocados por terramotos, em cujo caso recebem o nome, mais preciso, de maremotos tectónicos. A energia de um tsunami depende de sua altura (amplitude da onda) e de sua velocidade. A energia total descargada sobre uma zona costera também dependerá da quantidade de bicos que leve o comboio de ondas (no recente maremoto do Oceano Índico teve 7 bicos). Este tipo de ondas removem uma quantidade de água muito superior às ondas superficiais produzidas pelo vento. só está relacionado com o fato de que o volume das águas oceãnicas venham a ser agitadas com o movimento da placa tectônica da qual se componha o Oceano em questão. O volume das águas quando agitado acaba provocando ondas que se deslocam semelhantes às que seriam percebidas pelo deslocamento do ar para os tremores de terra em superfície, mas que são evidentemente muito menos sensíveis (em geral, quando o tremor é de pouca intensidade, algumas pessoas sentem um leve mau estar, quando maior não se consegue perceber pela instabilidade do solo). Na verdade, ele é o resultado direto da ação de uma massa sobre outra, ou seja, da massa física para com a líquida, melhor desenvolvida e mais ativa do que a relação sólido-gasosa (continentes-massa de ar).
Deste modo, ao se iniciar com os tremores da placa oceânica, o Maremoto irá desenvolver ondas que se dirigem para os litorais que ao serem atingidos o observam na forma de ondas elevadas.
Quando os abalos sismicos ocorrem no Oceano Atlântico ou no Oceano Índico, seus efeitos são limitados porque as medidas de altitude das ondas nestes oceanos e a diferença de nível entre suas marés (alta e baixa), não são superiores à 30 cm, fazendo com que consigam avançar algumas dezenas de metros para dentro do litoral dos países e ilhas que são banhados por suas águas. Para que as ondas que avançam sobre o litoral nestes oceanos venham a ser maiores, será preciso que o abalo tenha valor maior, esteja menos profundo e tenha duração significativa, pois do contrário os efeitos não serão tão consideráveis.
Sendo assim, quando um Maremoto atinge o litoral dos países do Mar Mediterrâneo ou do Oceano Atlântico, não chegam a ultrapassar ondas de 3 m, o que já significa um prejuízo enorme para diversas cidades que estejam à mercê deste fenômeno. Porém, quando a ação ocorre no Oceano Pacífico, seus efeitos são muito maiores e não precisam estar muito próximos da costa, ao contrário, quanto mais distantes maiores serão os danos. Um tremor de terra que ocorreu no Chile por exemplo, causou um Tsunami no Japão com ondas de 12 m.
Isso se explica pelo fato de que o Oceano Pacífico não é apenas o maior oceano do planeta, como também é proporcionalmente maior em volume de águas, uma vez que além de ser maior, ele também é mais elevado do que os demais. Apenas para se ter idéia, enquanto que o Oceano Atlãntico oscila em seu nível entre maré alta e maré baixa em torno de 30 cm, o Oceano Pacífico varia até 9,75 m na costa do Panamá e medida equivalente na costa das Filipinas e Indonésia.
Como resultado de uma ocorrência deste fenõmeno no Oceano Pacífico, já tivemos ondas de 10 m em Port Moresby - Papua Nova Guiné no dia 18/07/1998 em resultado dos tremores à 30 km da praia com magnitude de 7.0 graus na escala Richter.
Efeito de Maremotos
(Rayanna)
O maremoto é um fenômeno que se origina como efeito secundário de outro que ocorre nos oceanos, Quando o abalo sísmico têm como epicentro de atividade um oceano, ele dará origem ao Maremoto.
Isso está relacionado com o fato de que o volume das águas oceãnicas venham a ser agitadas com o movimento da placa tectônica da qual se componha o Oceano em questão. O volume das águas quando agitado acaba provocando ondas que se deslocam semelhantes às que seriam percebidas pelo deslocamento do ar para os tremores de terra em superfície, mas que são evidentemente muito menos sensíveis (em geral, quando o tremor é de pouca intensidade, algumas pessoas sentem um leve mau estar, quando maior não se consegue perceber pela instabilidade do solo). Na verdade, ele é o resultado direto da ação de uma massa sobre outra, ou seja, da massa física para com a líquida, melhor desenvolvida e mais ativa do que a relação sólido-gasosa (continentes-massa de ar).Deste modo, ao se iniciar com os tremores da placa oceânica, o Maremoto irá desenvolver ondas que se dirigem para os litorais que ao serem atingidos o observam na forma de ondas elevadas. Quando os abalos sismicos ocorrem no Oceano Atlântico ou no Oceano Índico, seus efeitos são limitados porque as medidas de altitude das ondas nestes oceanos e a diferença de nível entre suas marés (alta e baixa), não são superiores à 30 cm, fazendo com que consigam avançar algumas dezenas de metros para dentro do litoral dos países e ilhas que são banhados por suas águas. Para que as ondas que avançam sobre o litoral nestes oceanos venham a ser maiores, será preciso que o abalo tenha valor maior, esteja menos profundo e tenha duração significativa, pois do contrário os efeitos não serão tão consideráveis.
(Bia)
Sendo assim, quando um Maremoto atinge o litoral dos países do Mar Mediterrâneo ou do Oceano Atlântico, não chegam a ultrapassar ondas de 3 m, o que já significa um prejuízo enorme para diversas cidades que estejam à mercê deste fenômeno. Porém, quando a ação ocorre no Oceano Pacífico, seus efeitos são muito maiores e não precisam estar muito próximos da costa, ao contrário, quanto mais distantes maiores serão os danos. Um tremor de terra que ocorreu no Chile por exemplo, causou um Tsunami no Japão com ondas de 12 m.
Isso se explica pelo fato de que o Oceano Pacífico não é apenas o maior oceano do planeta, como também é proporcionalmente maior em volume de águas, uma vez que além de ser maior, ele também é mais elevado do que os demais. Apenas para se ter idéia, enquanto que o Oceano Atlãntico oscila em seu nível entre maré alta e maré baixa em torno de 30 cm, o Oceano Pacífico varia até 9,75 m na costa do Panamá e medida equivalente na costa das Filipinas e Indonésia.
Como resultado de uma ocorrência deste fenõmeno no Oceano Pacífico, já tivemos ondas de 10 m em Port Moresby - Papua Nova Guiné no dia 18/07/1998 em resultado dos tremores à 30 km da praia com magnitude de 7.0 graus na escala Richter.
Em contra-partida e opostamente a este volume e intensidade, a costa da França já percebeu diversos maremotos que são tratados de "mini", em razão do seu volume insignificante enquanto elemento trágico. A cidade de Marselha em 1985 é exemplo claro desta relação entre efeitos e volume de água nos oceanos. Do mesmo modo, os efeitos de um tremor ocorrido em 25/12/1985 em Sicília na Itália, não causaram maremotos nas imediações com seus abalos da ordem de 4.5 seguido de erupção do Monte Etna.
Um abalo da ordem de 6.4 em Trinidad e Tobago em 10/03/1988, poderia ocasionar maremotos na costa da Venezuela, e de diversos países da América Central, mas isso não ocorreu, o que identifica a ausência de volume proporcional ao Oceano Pacífico tal como procuro defender. Ocorrências incomuns, infelizmente não são dotadas de registros suficientes para melhor abordagem das relações que envolvem seus efeitos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário